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FNE na rua exigindo respostas na Educação

 

FNE encerra Campanha “Por Uma Educação de Qualidade” em frente ao ME

A FNE encerrou hoje (8 de abril de 2021) a sua campanha “Por Uma Educação de Qualidade” com uma concentração de dirigentes em frente às instalações do Ministério da Educação (ME), em Lisboa, e com a entrega à tutela de um documento reivindicativo para o setor.

A campanha “Por Uma Educação de Qualidade” teve o seu início em 10 de maio e constou da afixação de faixas alusivas à qualidade em educação em escolas de todo o país e Regiões Autónomas, demonstrando que os profissionais do setor, reunidos nos seus Sindicatos, estão fortemente empenhados na concretização de políticas de educativas que combatam as desigualdades e assegurem uma educação inclusiva, com propostas particulares para a recuperação de aprendizagens, devido aos malefícios da pandemia.

A concentração em frente ao ME foi a forma encontrada pela FNE para fazer chegar à tutela as suas reivindicações que estiveram patentes em toda esta iniciativa, em resposta a um projeto da organização sindical europeia que integra a grande maioria das organizações sindicais da área da educação, o Comité Sindical Europeu da Educação (CSEE), ou seja, a região europeia da Internacional da Educação e que percorreu Portugal em maio e junho, com a colocação de faixas em escolas de todo o país continental e Regiões Autónomas.

A campanha “Por Uma Educação de Qualidade” decorreu em simultâneo com organizações de 27 países europeus, filiadas no Comité Sindical Europeu da Educação, ou seja, a Região Europa da Internacional da Educação, e focou-se em quatro mensagens principais, correspondentes a cada uma das semanas: pela valorização dos profissionais da educação, pela necessidade de mais investimento, contra a precariedade no setor e pelo rejuvenescimento de todos os profissionais da educação, todas em contraciclo com um sistema educativo low-cost, que não garante o reconhecimento e a valorização dos seus atores principais.

Por isso, a FNE tem defendido o crescimento de um investimento na qualidade do setor da Educação e da Formação, em termos do seu valor, não só nominal, como de percentagem em relação ao PIB. Este investimento é indispensável para que Portugal consiga atingir, em 2030, o Objetivo Sustentável 4 da UNICEF, precisamente o de Uma Educação de Qualidade.

A FNE e os seus dez sindicatos demonstraram na rua o seu total empenho na procura de respostas para a promoção de políticas que ofereçam respostas adequadas aos problemas que têm vindo a ser identificados e para os quais a federação tem apresentado propostas ao ME devidamente sustentadas. Mas para isso é imprescindível que se iniciem os processos negociais indispensáveis para a determinação de medidas legislativas, que promovam respostas concretas aos profissionais da Educação e a todo o sistema educativo.

Todas estas preocupações constam do documento político hoje entregue pelo Secretário-Geral da FNE, João Dias da Silva, ao ME, com as várias propostas que a federação tem vindo a apresentar à tutela, no sentido de se encontrarem soluções que valorizem os trabalhadores da educação do nosso país e lhes garantam condições dignas para o exercício profissional, no contexto exigente em que vivemos.

A concentração de 8 de junho, em Lisboa, em prol de uma Educação de Qualidade, provou mais uma vez que os Trabalhadores da Educação portugueses podem contar com a FNE e com os seus Sindicatos para garantir que se cumpram as expetativas de valorização profissional, com mais investimento, sem precariedade e com o tão urgente e esperado rejuvenescimento dos quadros.

 

 


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