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Exige-se higienização extrema nos espaços escolares utilizados como locais de voto

Exige-se higienização extrema nos espaços escolares utilizados como locais de voto

 
Comunicado à Imprensa | 20.jan.2022

O aumento dos níveis de contágio pela variante Ómicron, associado à possibilidade de votação das pessoas confinadas, são fatores que recomendam uma atenção especial na higienização e segurança dos espaços escolares abertos para a realização das eleições

As eleições legislativas vão ter lugar no dia 30 de janeiro.

O ato eleitoral ocorre num momento particularmente complexo do ponto de vista da saúde pública. Os números da pandemia estão a atingir máximos históricos (a 21 de janeiro registaram-se mais de 58 mil novos casos) e estima-se que um milhão de portugueses estejam em confinamento por infeção ou contacto de alto risco. Ainda assim, como já foi tornado público, quem se encontra em isolamento vai poder votar.

Muitos dos espaços utilizados para o cumprimento de uma ação desta natureza localizam-se em estabelecimentos de ensino. O SPZC deixa um apelo claro às entidades responsáveis pela manutenção dos espaços escolares, especialmente os do ensino não superior, para que todas as salas de aula, corredores e outros que integrem as infraestruturas escolares que serão abertas ao público sejam devidamente limpos e se apresentem com todos os requisitos de segurança sanitária, antes e depois do voto. É a única forma de toda a comunidade se sentir segura e tranquila para o regresso ao normal funcionamento das atividades letivas e não letivas.

Um problema de saúde pública como o que se vive, que regista picos preocupantes de contágio pela variante Ómicron e ainda pela Delta, exige uma atenção especial e meios redobrados. Só assim poderemos ter confiança para a convocação de pessoas que participam nesta importante iniciativa de caráter cívico e político.

Desta forma, não se repetirão alguns dos episódios que aconteceram nas eleições para as autarquias, levadas a efeito no transato mês de setembro. Na altura, o SPZC recebeu inúmeras críticas de educadores e professores que foram confrontados com o facto de não ter havido o necessário e imperioso cuidado no cumprimento de um critério elementar e imprescindível para prevenir riscos ou danos e preservar a saúde de docentes, alunos, não docentes, pais, encarregados de educação e de toda a comunidade.


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