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COMUNICADO À IMPRENSA | 15.junho.2026

Uma boa negociação exige tempo e cuidado

O demorado e complexo processo de revisão do ECD tem de ser uma janela de oportunidades para dignificar e valorizar a profissão docente

 

A demora no processo da revisão do ECD pode parecer um aspeto negativo. No entanto, o SPZC/FNE olha para esta negociação como a oportunidade de ir ao encontro dos justos anseios dos educadores e professores.

Continuaremos a preferir ser menos lebre e mais tartaruga porque, numa negociação tão complexa e sensível como a que está em curso, depressa e bem não há quem.

Os problemas e as injustiças inerentes aos colegas em monodocência têm também de ser corrigidos nesta negociação. Para isso, o SPZC/FNE vai antecipar e fazer chegar ao MECI as propostas sobre este importante assunto, bem como em relação aos restantes que fazem parte dos cinco temas que ainda falta negociar.

A partir de setembro iniciaremos a negociação da formação, a que se seguirão os restantes quatro temas.

Não é com divisionismos que se conseguem bons resultados. Se a carreira é única, desde a Educação Pré-escolar ao Secundário, deve-se ao SPZC/FNE que liderou a negociação e chegou a esse acordo em 1990, com a oposição daqueles que hoje se querem fazer passar pelos seus grandes defensores.

Consulta pública sobre a carreira

Apelamos à participação de todos os docentes, na consulta nacional da FNE sobre a carreira docente e as condições de exercício profissional.

Poderá responder a este importante questionário, até 26 de junho, através do link: https://forms.gle/VwtzepLYRj9XE4Tx7

Com ele pretendemos conhecer melhor a opinião de todos os colegas sobre a carreira e as condições de exercício profissional, no momento em que está a terminar mais um ano letivo.

Não deixe de responder a esta Consulta Nacional da FNE, porque estará a contribuir para que saibamos mais sobre os problemas do dia a dia dos educadores e professores.

Negociações CNEF

As negociações no âmbito da Confederação Nacional de Educação e Formação (CNEF) ainda decorrem.

Há uma limitação que pretende ser imposta na abrangência da aplicação das tabelas de vencimentos: a de abarcar apenas os colégios que não dependem de subsídios e vivem da propina paga pelos pais e encarregados de educação.

O SPZC/UGT tudo fará para que todos os docentes do Artístico, Particular e Profissional sejam igualmente abrangidos.

 


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